quarta-feira, 14 de julho de 2010

DISCURSO POÉTICO, 2

ao poeta Lara Miranda



Guarda o meu poema
no caderno do teu corpo
e desdobra sua carne à luz
e proclama sua liberdade ao vento
sua terra e suas águas
deixa que estourem da tua boca
e incendeiem os corações dos homens
para renascer suas vidas
e recriar a humanidade.



JUAREIZ CORREYA
Recife, julho / 2010.

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