segunda-feira, 23 de julho de 2012

VISÕES DO RECIFE





     "A forma de uma cidade muda mais depressa, lamentavelmente, que o coração de um mortal", constatou Baudelaire, no século 19, olhando para as cidades europeias, que são sumamente preservadas, principalmente quanto ao aspecto cultural. Só que, aqui, não só se muda, como se tenta destruir a memória de nossa cidade. 
                                                              (VISÃO DO RECIFE, de Plínio Palhano, artigo publicado
                                                                no Jornal do Commercio, Recife, PE, 21/julho/2012)


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      Amigo Plínio :

      Excelente o seu artigo. Crítica objetiva e honesta.
     
      Mas prefiro a poesia sobre a nossa cidade (mesmo a mais crítica) e também a rica e sempre instigante visão dos seus artistas plásticos - e você é um dos nossos  melhores nomes - que têm, a seu modo, um jeito muito especial de também poetizar a nossa Mauricéia.
      Abraço fraterno

       Juareiz Correya
       jcpanamerica21@gmail.com
(Email enviado - sábado, 21 de julho de 2012)


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     Caro amigo Juareiz :

     Grato pela sua manifestação ao ler VISÃO DO RECIFE : para mim, é muito importante o seu olhar e crítica.
    
     O Recife está em nosso mundo poético, plástico, literário, e, às vezes  sofremos com a cidade porque gostaríamos que fosse bem mais servida com os tratos urbanos, incluindo, também, o transporte coletivo, fator importantíssimo para todos nós.

     Parabéns pela antologia POESIA VIVA DO RECIFE - claro, precisamos desse olhar poético sobre a nossa cidade, é sangue que circula em nossos pensamentos.

     Plínio Palhano 
     ppalhano@hotlink.com.br
(Email recebido no dia 21/julho/2012)


                                                         

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